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terça-feira, 7 de outubro de 2014

A ELEIÇÃO QUE SE VÊ!

por Marcus Alves
Coordenador Político do PRP-ES



Marcus Alves, Coordenador Político do PRP-ES

Encerradas as eleições em nosso Estado, ficam as análises estatísticas, estudos, conclusões, especulações, simulações...mas nessa frenética compilação numérica, as pessoas ficam relegadas a segundo plano.

Eleição, como tudo nesta vida, depende de pessoas. São as pessoas que sonham, que lutam, que constroem. Sem as pessoas, não há números, não existem estatísticas.

Pessoas planejaram, buscaram, fizeram acontecer. Nem todas chegaram lá, mas todas somaram e engrandeceram os projetos políticos de todos os partidos.

E é em respeito a estas pessoas que falo. Participo da política há mais de 12 anos, e lido com números e análises frias há tempos. Mas nunca vi a política acontecer sem o coração das pessoas.

É a fé, a vontade, o desejo, o suor, o debate, o contato com o outro, que fazem a política emergir. E essas características são humanas, e não matemáticas.

O PRP não cansa de dizer que é uma família. E foi como família que fizemos tudo juntos, desde o início deste projeto. Como família, formamos um grupo, fizemos reuniões, organizamos grandes eventos, alimentamos sonhos mútuos, nos apoiamos uns nos outros. Houve também momentos de discordância, mas todos foram resolvidos com companheirismo e ouvido aberto ao que o outro tinha a dizer.

Tenho em meu coração a sensação de dever cumprido, de ter feito tudo o que estava ao meu alcance em prol do grupo, de ter sido honrado e digno da confiança em mim depositada. Saio destas eleições com o coração leve e com a certeza de que só se alcança a vitória ao lado de pessoas valorosas, guerreiras e lutadoras.

A todos agradeço imensamente pelo apoio e companheirismo.
A todos parabenizo pela coragem e pela determinação.
A todos quero neste momento reverenciar pela bravura.

Essa é a eleição que se vê!

sexta-feira, 23 de maio de 2014

VILA VELHA QUE SE VÊ! VILA VELHA QUE SE QUER VER!

Por Marcus Alves,Coordenador Político do PRP-ES


Nossa cidade completa 479 anos neste dia 23 de maio.

Vila Velha nasceu no século XVI, quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região em suas caravelas. Na época, a região era disputada por três grupos indígenas antagônicos: os goiatacás, aimorés e os tupiniquins . O fundador de Vila Velha foi o português Vasco Fernandes Coutinho, donatário da Capitania do Espírito Santo. Chegou na atual Prainha, a bordo da caravela “Glória”, juntamente com 60 homens no dia 23 de maio de 1535. Na época, ao fundar a localidade, batizou de “Vila do Espírito Santo”, tornando-a capital. Em razão dos constantes ataques indígenas, franceses e holandeses, os portugueses decidiram em 1551 mudar a capital para a Ilha de Santo Antonio, na Baia de Vitória, atual cidade de Vitória, que hoje permanece capital do Estado do Espírito Santo.

Um pouco depois, em 1558, chegou à Prainha o Frei Pedro Palácios, natural de Medina do Rio Seco, Espanha, que anos mais tarde foi responsável pela construção no alto do morro da Penha. O frei encomendou de Lisboa uma imagem de Nossa Senhora que deu origem ao culto a Nossa Senhora da Penha. A pequena construção foi sendo melhorada ano a ano, até que se transformou no Convento da Penha, hoje um monumento religioso da arquitetura capixaba.

A origem da palavra capixaba é indígena e significa na língua tupi “área roçada, pronta para o plantio”. Os índios utilizavam essa palavra para fazer referência à sua plantação de mandioca e milho. Os portugueses, por sua vez, ouvindo a palavra, terminaram por apelidar os índios nativos de capixabas e o termo acabou se estendendo a todos os nascidos no Estado do Espírito Santo.

Vila Velha, por sua vez, tem sua população apelidada de “canela-verde”. Tudo começou quando três portugueses, recém-chegados, arregaçaram as barras das calças e desceram da nau para conferir profundidade para atracação. Ficaram com as canelas envolvidas por grossa camada de algas e a tripulação, em clara chacota, os denominou “canela-verde”, termo que acabou por denominar todos os nativos da cidade de Vila Velha.

Hoje existem três Vilas Velhas repletas de magnitude e complexidade.
Existe uma Vila Velha que reúne em suas cores alegres a Praia da Costa, a Praia de Itapuã, Coqueiral de Itaparica e o Centro da cidade. Nesta Vila Velha, a vida é mais fácil, a administração mais atenta e os cidadãos mais satisfeitos. 

A segunda Vila Velha é a do entorno de Paul, Garrido, Cobilândia, Ibes e bairros vizinhos. Nela a vida começa a ficar difícil, os gestores públicos deixam a desejar e os cidadãos têm muito a reclamar.

Mas é na terceira Vila Velha que a situação é calamitosa. Na região da Grande Terra Vermelha vemos a ausência do poder público e cidadãos sem recursos, de olhares entristecidos.

É da característica de nosso povo a procura por dias melhores. Desde que o português Vasco Fernandes Coutinho fundou Vila Velha em 23 de maio 1535, nosso povo não está satisfeito com seus administradores, chegando ao cúmulo de, na eleição municipal de 1987, eleger um mosquito para Prefeito.

Mas os “canelas-verdes” mantém a esperança no futuro e aguardam respeito aos seus ideais de povo unido e trabalhador.

Por Vila Velha ser a maior cidade do Espírito Santo e aqui ter começado o próprio Estado do Espírito Santo, creio que nós, canelas-verdes, devemos ter mais apoio dos poderes públicos Federal, Estadual e Municipal, para que Vila Velha não seja apenas uma cidade grande, mas uma grande cidade, uma única Vila Velha para todos!

PARABÉNS, VILA VELHA, QUE SE QUER VER!

quarta-feira, 30 de abril de 2014

1º DE MAIO: O CIVISMO QUE SE VÊ!


Marcus Alves
Coordenador Político do PRP-ES
O Dia do Trabalho, 1º de Maio, é comemorado no Brasil oficialmente desde 1924, mas a data já era celebrada desde 1895. O feriado é registrado também em outros países do mundo, como França, Rússia, Portugal, Espanha, Japão.


Originalmente, o Dia do Trabalho deve-se à Greve Geral e manifestação pública de milhares de trabalhadores em Chicago (EUA) que teve início no dia 1º de maio de 1886. As reivindicações eram por condições menos abusivas de trabalho, como a redução de carga horária de 13 para 8 horas diárias. Nos dias que se seguiram, as manifestações foram combatidas com violência pela polícia e o resultado foram 18 mortos (12 manifestantes e 7 policiais) e dezenas feridos. O movimento alcançou o mundo nos anos seguintes e em 1889 operários parisienses (França) decidiram que o dia 1º de Maio seria dedicado à memória dos grevistas americanos.

Mas temos que refletir sobre o que significa este dia na conjuntura sócio-político-econômica atual. Estamos reverenciando lutas do passado. No entanto, nos dias atuais, 1º de Maio é o marco das manifestações, passeatas, movimentos, paralisações e também comemorações. A nossa Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), Decreto-Lei 5.452/1943, é datada de 1º de maio de 1943. Por vários anos, o reajuste do salário mínimo ocorreria no Dia do Trabalho. E todos os anos assistimos manifestações populares reivindicando diversas melhorias, tanto nos segmentos sindicais, como em diversos outros, no dia 1º de Maio.

Assim, 1º de Maio é um dia cívico, dedicado aos apelos populares. O país para para comemorar o feriado e grupos civis e políticos retumbam seu brado por todo território brasileiro.

É, portanto, um dia para reflexão. É um dia para se falar, ouvir, avaliar. É um dia para formatar projetos, brigar por políticas públicas que dêem guarida às necessidades populares. Parece ser, inclusive, um dia em que os gestores públicos estão de olhos voltados para as reivindicações da população. Em síntese, é um dia de militância!

Especialmente num ano de Eleições Gerais, como é o caso de 2014, 1º de Maio é mais que um dia cívico: é um dia sagrado. Vamos reforçar nossos ideais e deflagrar nossas bandeiras por qualidade de vida, por governantes comprometidos, por legisladores competentes. Vamos repensar nosso passado, honrar a “clava forte” dos patriotas que nos antecederam e fazer acontecer, agora, um país melhor para vivermos.

Tenho certeza que o brasileiro está mais consciente. Tenho certeza que votará com convicção e responsabilidade nas Eleições 2014. Tenho certeza que sairá de sua casa para ir até a urna colocar um voto decisivo, responsável, em candidatos dignos, saídos do povo e comprometidos com causas verdadeiras. 

Esse é civismo que se vê!

segunda-feira, 21 de abril de 2014

TIRADENTES, A LIBERDADE AINDA QUE TARDIA QUE SE VÊ!

por Marcus Alves,
Coordenador Político do PRP-ES


Marcus Alves

Hoje, 21 de abril, nosso feriado nacional se destina a comemorar o enforcamento do mártir brasileiro, Joaquim José da Silva Xavier, alcunhado de Tiradentes.

Menino que perdeu os pais muito cedo, sua vida foi pautada pelas frustrações e pela luta. Teve as terras da família confiscadas por dívidas. Foi mascate, minerador, sócio de uma botica (farmácia) e dentista que atendia aos pobres. Alistou-se na tropa da Capitania de Minas Gerais, mas nunca conseguiu uma promoção para oficial e perdeu a função de marechal da patrulha, ficando no cargo raso de alferes, mais baixa patente do oficialato da época. Tentou propor a canalização dos rios Maracanã e Andaraí, no Rio de Janeiro, mas teve suas propostas recusadas.

O desprezo por suas tentativas o fez desejar a independência do Brasil-Colônia. Além da libertação, Tiradentes também era um republicano, que desejava o fim do império e a substituição por governantes eleitos pelo povo.

Na época, ouro, prata, pedras preciosas, matérias-primas, riquezas brasileiras, eram todas enviadas para Portugal. Não bastasse isso, Portugal ainda cobrava caríssimos impostos da população.

O movimento de libertação e implantação de um governo republicano, denominado “Inconfidência Mineira”, tornou-se mais ostensivo e arriscado. Mas em 15 de março de 1789, um de seus membros, Joaquim Silvério dos Reis, delatou o Movimento à Coroa Portuguesa em troca do perdão de suas dívidas de impostos.

Tiradentes assumiu toda a culpa e foi o único a ser sentenciado à morte. Os demais inconfidentes foram condenados por crime de “lesa-majestade” e degredados.

Tiradentes foi enforcado em 21 de abril de 1792. Após, seu corpo foi cortado em 4 partes espalhadas ao longo do caminho entre Rio de Janeiro e Vila Rica (atual Ouro Preto, Minas Gerais). A cabeça foi pendurada no centro da cidade de Vila Rica. As autoridades destruíram a casa em que Tiradentes morou e jogaram sal no terreno para que nada crescesse ali

O reconhecimento que Tiradentes não conseguiu em vida, lhe veio na morte. O mártir da “Inconfidência Mineira” tornou-se um ícone mítico da liberdade sócio-política. A imagem do homem barbudo, de camisolão branco, povoa nosso imaginário como lema da independência de toda e qualquer opressão.

Mas o lema do Movimento, “Liberdade ainda que tardia”, infelizmente ainda não é amplamente vivenciado pelo povo brasileiro.

Temos uma falsa liberdade, representada pelo direito constitucional de ir e vir, pela possibilidade de professar religiões sem interferência, pela opção sexual livre, pela independência de mulheres e negros, pelo respeito a crianças e idosos.

Mas liberdade é só isso? Creio que liberdade é um conceito muito amplo, que para ser aplicado à condição de um povo, precisa de mais elementos. Educação digna, saúde para todos, capacitação profissional garantida, políticas públicas que alcancem as reais necessidades da população, moradia decente, condições econômicas que viabilizem a todos alcançarem seus sonhos, oferta de crédito com juros que possam ser pagos sem sacrifícios sobre-humanos...

A liberdade que temos é superficial. Precisamos lutar pela liberdade real, aquela que nos dará uma vida plena, com serviços públicos eficazes, com condições sociais aceitáveis para jovens, adultos e idosos.

É por isso que luto, milito na política e continuo tendo esperança de levar pessoas de bem ao poder político, que farão de nossas Cidades, Estados e de nosso País lugares melhores para se viver.

Essa é a liberdade ainda que tardia que se vê!


PARABÉNS, BRASÍLIA QUE SE VÊ!

Por Marcus Alves
Coordenador Político do PRP-ES

Marcus Alves

Ideal de um homem visionário, Brasília, nossa capital nacional, comemora 54 anos de fundação. 

Construída para abrigar o poder, Brasília nos impressiona e nos decepciona.

Nas asas de seu poderoso avião-mapa, nossos sonhos de liberdade, desenvolvimento, expansão, respeito, cidadania, voam e sonham, esperando um dia alcançarem realmente sua verdadeira realização.


Brasília foi fundada em 21 de abril de 1960. Seu idealizador, o então Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira fez dela a 3ª capital do Brasil, depois de Salvador e Rio de Janeiro.

Para sua construção, a migração foi intensa. Bravos brasileiros a ela aportaram, alguns sem nada nas mãos, apenas vontade e sede de crescimento.

Muitos fizeram fortuna, e até hoje, Brasília é o berço dos fazedores de riqueza de nosso país: sede do governo federal, sede das altas Cortes de Justiça, sede de bancos, sede de empresas milionárias, sede de embaixadas, Brasília abriga os contrastes, os conflitos, as revoltas, as manifestações, mas também é nela que nascem grandes decisões, tanto da justiça, quanto do governo, que melhoram e pioram as vidas de todos nós.

Juscelino Kubitschek perdeu a vida por ela? Muitos dizem que foi uma das causas. Sua ousadia custou caro a ele e a outros brasileiros.

Mas ela está lá. Paira poderosa, altiva e soberana. Devemos a ela respeito e expectativa de dias melhores. Afinal, na nossa “pátria mãe gentil”, Brasília é o fiel da balança no qual depositamos todo nossa esperança.

domingo, 20 de abril de 2014

FELIZ PÁSCOA!

Por Marcus Alves
Coordenador Político do PRP-ES




É tempo de renovação, de gratidão, de recomeços... É tempo de limpar os corações e dar novas chances a nós mesmos...É tempo de perdoar e de renovar os votos de paz e prosperidade. Que neste dia a Páscoa possa tocar os corações de todos nós e nos dar a esperança de novos começos.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

A VIOLÊNCIA CAPIXABA QUE SE VÊ!

 Por Marcus Alves
Coordenador Político do PRP-ES

Marcus Alves, Coordenador Político Estadual

Nós, capixabas, convivemos com uma dura realidade: nosso Espírito Santo tem pontuado altos índices de violência nas pesquisas nacionais.

Ocupamos o 1º lugar no ranking nacional de violência contra a mulher.

No ano 2000, estávamos em 3º lugar no ranking nacional dos Estados mais perigosos, computando 46,8 homicídios para cada 100 mil habitantes. Em 2010, subimos para o 2º lugar, com 50,1 homicídios para cada 100 mil habitantes. Em 2012 nossa capital Vitória/ES marcou o 17º lugar entre as capitais mais violentas do país, com taxa de 67,82 homicídios para cada 100 mil habitantes.

Precisamos combater esses índices com políticas públicas eficazes; com medidas educacionais que tornem nosso povo mais consciente e mais crítico; com programas de capacitação que tornem nossas mulheres e nossos jovens mais preparados e mais competitivos no mercado de trabalho; com formação de base para que nossas famílias reafirmem seus valores e os façam valer no núcleo familiar.

O PRP-ES levanta essa bandeira e apóia projetos que tenham por objetivo tornar nosso Espírito Santo mais seguro, mais dinâmico, mais forte. Vamos fazer de nossa terra, tão rica de belezas naturais, um lugar melhor para se viver.

Fonte: G1, Terra, IBGE, Revista Exame