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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

SITE BARRA, 18/01/13






Fonte: http://www.sitebarra.com.br/?p=98655


PRP entra em defesa de Henrique Vargas que teve mandato cassado em São Gabriel da PalhaAtualizado em 18 de janeiro de 2013
Camila Coelho

Henrique Vargas

O PRP estadual se reuniu nesta tarde desta quinta-feira (17), para prestar apoio ao prefeito de São Gabriel da Palha, Henrique Vargas, que foi afastado pela Justiça Eleitoral. O coordenador político do PRP e presidente em exercício Marcus Alves, saiu em defesa do ex-deputado, acionando a assessoria jurídica do partido.

O prefeito eleito e diplomado foi acusado de usar funcionários da Assembléia Legislativa no mês de setembro de 2010, durante campanha eleitoral. Marcus Alves alega que os servidores citados estavam em férias, ou fora de seu horário de trabalho, que atuaram na campanha de maneira voluntaria.

O presidente do PRP qualifica a decisão da juíza como um ato de perseguição política. “Já constituímos advogado, estão conosco o deputado estadual Dary Pagung, o presidente Nacional do PRP Ovasco Rezende e outros, que se mobilizaram para não deixar o atraso político tomar o mandato dado pelo povo ao Doutor Henrique na base do “tapetão”. Confiamos na Justiça Eleitoral que tudo será resolvido”.

A Juíza da 37ª Zona Eleitoral, Dra. Emilia Coutinho Lourenço, prolatou sentença, na quarta-feira (16), determinando a perda do mandato. Henrique Vargas foi eleito com 50,01% dos votos válidos. A Juíza acolheu representação formulada pela Coligação Paz, Trabalho e Compromisso com a Vida, que denunciou a utilização de servidores da Assembleia Legislativa na campanha.

Em sua decisão, a Juíza Eleitoral afirmou: “Com efeito, a conduta é grave, pois lesa o patrimônio público, é reprovável pela violação da moralidade administrativa, tem sua ofensividade evidenciada pelo desvio evidente de função e utilização, pelo candidato, dos benefícios e prerrogativas do cargo público que exercia, à época (Deputado Estadual) para benefício pessoal.”

A decisão foi fundamentada na Lei de Inelegibilidade (LC 64/90, art. 22) e na Lei de Eleições (9.504/97, art. 73).

Ao final, cassou o atual mandato exercido por Vargas, declarando sua inelegibilidade pelos próximos oito anos, possibilitando, entretanto, a interposição de recurso, no prazo legal, antes do cumprimento da decisão.

(Fonte: Assessoria de Comunicação TRE-ES)

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

JORNAL FOLHA VITÓRIA ON LINE, 17/01/13




Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/politica/blogs/bastidores/2013/01/17/rodney-garante-carnaval-de-vv-apesar-de-rombo-na-prefeitura.html


Sem mandato


Após ter o mandato cassado, o prefeito de São Gabriel da Palha, Henrique Vargas (PRP), ganhou apoio do seu partido. O presidente em exercício da sigla, Marcus Alves, está confiante de que o Vargas terá o mandato de volta. Ele foi acusado por usar servidores da Assembleia durante sua campanha eleitoral. A justificava é de que os funcionários estavam de férias ou fora do horário de trabalho.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

JORNAL GAZETA ON LINE, 10/01/13




Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/01/noticias/politica/1388230-tse-mantem-data-da-eleicao-em-guarapari.html

TSE nega pedido e mantém data da eleição em Guarapari
Pleito ocorrerá no dia 3 de fevereiro, data definida pelo TRE
letícia gonçalves
lgoncalves@redegazeta.com.br

O pedido do PRP para adiar a data das eleições em Guarapari foi negado nesta quarta-feira (9) pela presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia. Assim, o pleito ocorrerá no dia 3 de fevereiro, data definida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

O partido alegava "falta de razoabilidade" para a realização da eleição suplementar em meio ao verão, em que a cidade fica repleta de turistas, e próximo ao carnaval. A ministra, no entanto, entendeu que os argumentos da sigla não chegaram a demonstrar de forma objetiva mínima o direito pleiteado e negou a liminar.

O presidente estadual do PRP, Marcus Alves, diz que o partido ainda vai definir como se posicionar.

Em outras cidades em que haverá nova eleição a votação foi marcada para março ou abril, mas o presidente do TRE, desembargador Sérgio Bizzotto, destacou que o Espírito Santo "será o primeiro a se livrar do problema e o único a cumprir os prazos estabelecidos pela legislação".

Ele explicou que a data deveria ser marcada para, no máximo, 40 dias após a determinação de novo pleito, feita pelo TSE. Além disso, também deveria ser no primeiro domingo de um mês. Como a determinação veio em dezembro, a escolha ficou entre o primeiro domingo de janeiro e o de fevereiro, prevalecendo a segunda opção.

"Março e abril não são convenientes porque quem fica à frente da prefeitura nesse período é o chefe do Legislativo. Isso não é recomendável porque ele não foi eleito para isso, não é a escolha do povo", afirmou o desembargador.

Tranquilidade

Quanto ao período atípico, em meio aos turistas, Bizzotto disse que a expectativa é de tranquilidade.

"Eu conversei com a ministra Cármen Lúcia e com o juiz eleitoral de Guarapari, Jerônimo Monteiro. Ela, também como eu, estava apreensiva com a possibilidade de tumulto devido à população flutuante, mas o juiz me tranquilizou".

Outra preocupação é se os eleitores comparecerão às urnas. Em outubro, a abstenção em Guarapari foi de 19%, enquanto no Estado a média foi de 16%. O presidente do TRE destacou, no entanto, que essa é uma característica da cidade. Nas eleições municipais de 2008, a abstenção em Guarapari foi de 16% enquanto a do Estado foi 13%.

"Eu acredito que a abstenção em fevereiro será maior porque grande parte da população está trabalhando, mas não vai ser escandalosa", prevê Bizzotto.

O presidente do TRE comentou ainda a insistência do ex-prefeito Edson Magalhães (ex-PPS) em permanecer na disputa pela prefeitura mesmo após ter o registro de candidatura indeferido pela Justiça.

"Não tem muito o que comentar. Isso (a nova eleição) poderia ter sido evitado, mas ele arriscou", resumiu Bizzoto.

domingo, 6 de janeiro de 2013

JORNAL FOLHA VITÓRIA ON LINE, 06/01/13





Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/politica/blogs/bastidores/page/11

Eleição em Guarapari

Parece que bons ventos estão soprando para os lados do candidato a prefeito de Guarapari Carlos Von (PSL). É que o PRP decidiu apoiar sua candidatura e, de acordo com o presidente da sigla, Marcus Alves, a decisão foi tomada por ele representar a chapa da mudança para o município. Será que a onda da mudança que tomou grande parte do Estado e do país também vai chegar à cidade saúde?

sábado, 5 de janeiro de 2013

JORNAL GAZETA ON LINE, 05/01/13




Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/01/noticias/politica/1387101-5-na-disputa-em-guarapari.html

Cinco candidatos na disputa pela Prefeitura de Guarapari
Carlos Von (PSL), Edinho Maioli (PV), Elizabeth Hadad (PHS), Orly Gomes (DEM) e Ricardo Conde (PSB) estão no páreo

Letícia Gonçalves
lgoncalves@redegazeta.com.br

A disputa pela Prefeitura de Guarapari contará com cinco nomes: Carlos Von (PSL), Edinho Maioli (PV), Elizabeth Hadad (PHS), Orly Gomes (DEM) e Ricardo Conde (PSB).

O PPS, que passou por uma intervenção estadual para garantir candidatura própria e chegou a lançar Joffre Assad em convenção, decidiu apoiar Conde no último dia para registro de candidaturas, nesta sexta-feira (04).

Nas eleições de outubro, o socialista enfrentou Edson Magalhães, do PPS, mas agora diz não haver contradição na aliança.

O mesmo afirmou o membro da Executiva estadual do PPS, Rodrigo Ramos. "O Ricardo Conde sempre fez um enfrentamento ao PPS, mas não desrespeitoso. Não é contradição. O PSB tem um projeto consolidado para a cidade com convergência com o governo do Estado", defendeu Ramos.

A coligação de Conde conta ainda com PSD, PR, PTN, PSC e PDT. "O nosso carro-chefe é dar continuidade às melhorias que a cidade recebeu", afirmou o socialista.

Carlos Von, que também concorreu em outubro, conta com PT, PMDB e PCdoB. "Vamos lutar pela construção de um hospital público", disse Von.

Orly Gomes, candidato do ex-prefeito Edson Magalhães, que pediu desfiliação do PPS, fechou coligação com PSDB, PP, PTB, PMN. "Pretendo aproveitar ao máximo o apoio do Edson e captar isso para inovar e tornar a cidade melhor", afirmou Orly.

Beth Hadad formou parceria com o PRB. "Temos compromisso com gestão participativa e um olhar social", definiu a candidata.

Edinho Maioli disputa apenas com o próprio partido, o PV. "Preparamos uma discussão de bom nível. Pedimos que as pessoas acreditem no novo", declarou o verde.

O PRP, que pediu o adiamento das eleições, marcadas para 3 de fevereiro, não lançou candidato e nem apoia ninguém. A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aguardada para ontem, no entanto, não saiu.

"Vamos continuar aguardando o adiamento porque acreditamos na Justiça", afirmou o presidente estadual do PRP, Marcus Alves.

Campanha está liberada a partir deste sábado

A campanha eleitoral em Guarapari está liberada a partir de hoje. A maioria dos candidatos, no entanto, pretende se concentrar em reuniões com as equipes.

Já o prazo para o Ministério Público Eleitoral impugnar as candidaturas termina no dia 9. "Mas pretendo fazer isso até segunda-feira", pontua o promotor eleitoral Marco Antônio Nogueira.

Ele diz ainda que, apesar do período atípico da eleição, em pleno verão, espera que a votação ocorra com tranquilidade. O comparecimento às urnas, no entanto, é uma incógnita.

"Em outubro, quando nem era verão, tivemos cerca de 20% de abstenção", recorda o promotor.

Novas eleições foram marcadas para a Prefeitura de Guarapari porque a Justiça Eleitoral negou o registro de candidatura do candidato mais votado, Edson Magalhães.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entendeu que ele concorria ao terceiro mandato consecutivo ao Executivo municipal. Edson recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) e um dos recursos ainda tramita na Corte.

Carlos Von (PSL)
Vice: Gilberto Passos (PMDB)

Administrador de empresas, 31 anos. Nunca ocupou cargo público. Foi candidato a prefeito nas eleições de outubro. Nasceu em Vitória e mora em Guarapari há dez anos.

Edinho Maioli (PV)
Vice: Jaina da Costa (PV)

Consultor legislativo, 31 anos. Trabalhou com o deputado Gildevan Fernandes (PV). Foi candidato a deputado estadual em 2010, mas também nunca ocupou um cargo público.

Beth Hadad (PHS)
Vice: Max Júnior (PRB)

Defensora pública, 48 anos. Natural de Guarapari, ex-vereadora, ex-defensora-geral do Estado e ex-secretária de Ação Social da Prefeitura de Guarapari. Apoiou Edson em outubro.

Orly Gomes (DEM)
Vice: Gabriel Araújo (DEM)

Comerciante e empresário, 58 anos. Mora em Guarapari há 31. Foi o vice na chapa de Edson Magalhães nas eleições de outubro. Nunca ocupou nenhum cargo público.

Ricardo Conde (PSB)
Vice: Fernanda Mazzeli (PSD)

Professor universitário e empresário, 51 anos. Ex-vereador, candidato
a prefeito nas eleições de outubro, tendo Demarco Gottardo (PT) como vice. Antes, já havia se candidatado ao Executivo municipal.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

JORNAL GAZETA ON LINE, 04/01/13




Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/01/noticias/politica/1386829-ministra-define-hoje-sobre-eleicao.html

Ministra define nesta sexta sobre eleição em Guarapari
Decisão pode mudar data do pleito para a prefeitura da cidade, marcado para 3 de fevereiro

Letícia Gonçalves
lgoncalves@redegazeta.com.br

Enquanto as conversas se acirram em Guarapari com a proximidade do fim do prazo para registro de candidaturas, uma decisão da ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pode mudar a data da eleição para a prefeitura da cidade, marcada para 3 de fevereiro.

O PRP ingressou com um mandado de segurança na Corte em dezembro e aguarda um posicionamento da ministra ainda nesta sexta-feira (4) sobre o adiamento do pleito. "Ela daria a decisão em um prazo de 48 horas, que vence amanhã (nesta sexta)", diz o presidente estadual da sigla, Marcus Alves.

O advogado do partido, Alexandre Vasconcelos, diz que, além da mudança da data, estabelecida pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o mandado de segurança impetrado pede ainda o aumento de prazos processuais.

O objetivo, segundo Vasconcelos, é impedir que a eleição seja realizada em pleno verão. "É verão, pode haver baixo comparecimento. As pessoas estão trabalhando e a cidade estará lotada de turistas", pontuou.

"Além disso, esse prazo curto torna a eleição mais acirrada, com várias candidaturas", avalia o advogado. O próprio PRP, que tem o nome de Ronaldo Tainha como cotado para a disputa, ainda não decidiu se terá candidato próprio, à espera da decisão da ministra.

"Não faz sentido lançar candidatura se queremos o adiamento", afirmou Marcus Alves.

O prazo para registro de candidaturas termina às 19h de hoje. Entre os candidatos confirmados pelos partidos em convenções, mas ainda não registrados, estão Ricardo Conde (PSB), Carlos Von (PSL), Orly Gomes (DEM), Elizabeth Hadad (PHS), Edinho Maioli (PV) e Joffre Assad (PPS).

Os diálogos para formação de chapas e coligações entre as siglas prosseguem até o último minuto.

O ex-prefeito Edson Magalhães registrou ontem no cartório eleitoral pedido de desfiliação do PPS, como havia adiantado A GAZETA. Ele apoia o democrata Orly Gomes na disputa.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

JORNAL FOLHA VITÓRIA ON LINE, 03/01/13




Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/politica/blogs/bastidores/2013/01/03/4367.html


É verão I

O PRP continua na luta para tentar adiar a eleição em Guarapari de fevereiro, como está prevista, para o mês de abril. A alegação é que a cidade vive um período de alta temporada de turistas e fazer campanha eleitoral nesse período não se justifica, já que, de acordo com o presidente da sigla, Marcus Alves, com a posse do prefeito interino, os serviços estão sendo mantidos normalmente.