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domingo, 1 de maio de 2016

1º DE MAIO: O CIVISMO QUE SE VÊ!

Por Marcus Alves
Presidente da UDN

Marcus  Alves, Presidente da UDN
O Dia do Trabalho, 1º de Maio, é comemorado no Brasil oficialmente desde 1924, mas a data já era celebrada desde 1895. O feriado é registrado também em outros países do mundo, como França, Rússia, Portugal, Espanha, Japão.

Originalmente, o Dia do Trabalho deve-se à Greve Geral e manifestação pública de milhares de trabalhadores em Chicago (EUA) que teve início no dia 1º de maio de 1886. As reivindicações eram por condições menos abusivas de trabalho, como a redução de carga horária de 13 para 8 horas diárias. Nos dias que se seguiram, as manifestações foram combatidas com violência pela polícia e o resultado foram 18 mortos (12 manifestantes e 7 policiais) e dezenas feridos. O movimento alcançou o mundo nos anos seguintes e em 1889 operários parisienses (França) decidiram que o dia 1º de Maio seria dedicado à memória dos grevistas americanos.

Mas temos que refletir sobre o que significa este dia na conjuntura sócio-político-econômica atual. Estamos reverenciando lutas do passado. No entanto, nos dias atuais, 1º de Maio é o marco das manifestações, passeatas, movimentos, paralisações e também comemorações. A nossa Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), Decreto-Lei 5.452/1943, é datada de 1º de maio de 1943. Por vários anos, o reajuste do salário mínimo ocorreria no Dia do Trabalho. E todos os anos assistimos manifestações populares reivindicando diversas melhorias, tanto nos segmentos sindicais, como em diversos outros, no dia 1º de Maio.

Assim, 1º de Maio é um dia cívico, dedicado aos apelos populares. O país estanca para comemorar o feriado e grupos civis e políticos retumbam seu brado por todo território brasileiro.

É, portanto, um dia para reflexão. É um dia para se falar, ouvir, avaliar. É um dia para formatar projetos, brigar por políticas públicas que deem guarida às necessidades populares. Parece ser, inclusive, um dia em que os gestores públicos estão de olhos voltados para as reivindicações da população. Em síntese, é um dia de militância!

Especialmente num ano de Eleições Municipais, como é o caso de 2016, 1º de Maio é mais que um dia cívico: é um dia sagrado. Vamos reforçar nossos ideais e deflagrar nossas bandeiras por qualidade de vida, por administradores públicos comprometidos, por legisladores competentes. Vamos repensar nosso passado, honrar a “clava forte” dos patriotas que nos antecederam e fazer acontecer, agora, um país melhor para vivermos.

Tenho certeza que o brasileiro está mais consciente. Tenho certeza que votará com convicção e responsabilidade nas Eleições 2016. Tenho certeza que sairá de sua casa para ir até a urna colocar um voto decisivo, responsável, em candidatos dignos, saídos do povo e comprometidos com causas verdadeiras.

Esse é civismo que se vê!

sexta-feira, 22 de abril de 2016

22 DE ABRIL - DIA DA TERRA



No dia 22 de abril é comemorado o Dia da Terra desde 22/04/1970, data criada pelo senador norte-americano Gaylord Nelson. Em 2009 a data foi firmada pela ONU. Esta é uma data mundial de tomada de consciência dos recursos naturais do planeta e da educação ambiental. 


Curiosidades sobre a Terra:
  • Idade: tem em torno de 4,54 bilhões de anos;
  • População: a população humana atual da Terra é de aproximadamente 7,125 bilhões (Banco Mundial apurou em 2013)
  • Área da superfície: tem 510.072.000 km2 de área total
  • Composição: aproximadamente 97% da superfície da Terra é composta por água
  • Distância do Sol: 149.500.000 km
  • Ponto mais ato: Monte Everest com 8.848.43 metros, localizado na Cordilheira do Himalaia, entre a China e o Nepal;
  • Velocidade média da órbita: 107.200 km/h
  • Diâmetro da linha do equador: 12.756,20 km

Atividades para o Dia da Terra:
  • Plante uma árvore típica da sua região;
  • Incentive a reciclagem;
  • Reutilize materiais como plásticos e papelão;
  • Use menos energia, desligue as luzes quando possível.

22 DE ABRIL - DIA DO DESCOBRIMENTO DO BRASIL



Hoje não é feriado, mas se comemora o Descobrimento do Brasil. Foi no dia 22 de abril de 1500 que Pedro Álvares Cabral chegou nestas terras. Durante muito tempo, esse fato foi interpretado como o resultado de um acaso, um erro náutico de homens que se lançaram rumo à Índia e inesperadamente vieram aportar aqui. Mas há muitas outras questões por trás desta versão. Na época, a Coroa Portuguesa estava envolvida numa acirrada disputa econômica com países que disputavam os avanços tecnológicos e descobrimento de novas terras das viagens marítimas. Com isso, novas terras eram segredos de Estado. No ano de 1500, o rei português Dom Manuel I autorizou o navegador Pedro Álvares Cabral a organizar uma esquadra com 8 naus, 2 caravelas, 1 navio de mantimentos e 1 caravela mercante e 1500 homens e seguir para a Índia. Entre os homens, estavam capitães, tripulantes, soldados e padres. Contudo, mesmo estando muito bem amparada, a esquadra de Cabral repentinamente mudou a marítima. As embarcações se distanciaram da costa africana e realizaram uma passagem pela ilha atlântica de Cabo Verde. Depois disso, seguiram uma viagem tranquila que percorreu 3600 quilômetros a oeste. Depois de 30 dias os navegantes portugueses avistaram o famoso Monte Pascoal. Chegando ao território brasileiro, inicialmente chamado de “Vera Cruz”, o escrivão oficial, Pero Vaz de Caminha, se pôs a tecer um relato sobre as terras, mas sem citar nenhum tipo de surpresa por parte de seus companheiros. Depois do reconhecimento das terras, Pedro Álvares Cabral não fez questão de contar pessoalmente sobre a presença de “novas terras” a oeste. Ao invés disso, partiu para a Índia e mandou o navegante Gaspar Lemos oficializar a descoberta levando a carta de Pero Vaz ao rei.

segunda-feira, 21 de março de 2016

A POLÍTICA DE VERDADE QUE SE VÊ!

Marcus Alves, Presidente Estadual do PRP

O que estamos vendo diariamente na mídia do nosso país é de causar espanto e decepção: nossos representantes federais sendo desmascarados diariamente, aos olhos de todo país.

O interessante é que isto está acontecendo num momento muito crítico: ano eleitoral. E ano eleitoral de campanhas municipais. Essa é a grande oportunidade de mudar a situação política que se instalou em nosso país. 

A mudança começa pelas bases e o voto colocado na urna para eleger prefeitos e vereadores é a semente do futuro. Os(as) futuros(as) prefeitos(as) e vereadores(as) é que serão os construtores de uma gestão responsável e da criação de projetos que poderão garantir a estabilidade econômico-social dos municípios e seu desenvolvimento. 

Se boas sementes forem plantadas em 2016, podemos ter nas eleições 2018 deputados e deputadas, senadores e senadoras comprometidos com o povo, e um presidente, ou presidenta, que mereça administrar nosso país. 

Esta é a hora propícia. É a hora de homens e mulheres do povo arregaçarem as mangas e fazerem acontecer. Os cargos eletivos não têm donos. Dependem do voto, e o voto, a partir de agora, dependerá de seriedade, transparência, credibilidade e respeito. É assim que se faz política de verdade.

Estamos num momento político diferente. O eleitor não quer mais trocar dinheiro ou vantagens por voto, nem está sensível a campanhas milionárias. O eleitor quer projetos dignos, bandeiras que o representem, mandatários que lutem por melhores condições de vida para todos. Quer representantes que levantem suas bandeiras e disputem as eleições para mudar a nossa história. O eleitor está cansado de promessas sem lastro e políticos sem compromisso com o povo.

Nas eleições 2016 nascerá uma base forte, consolidada, que irá fazer uma nova política para cada um dos 5.570 municípios brasileiros. 

VAMOS JUNTOS QUE O FUTURO É AGORA!