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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

JORNAL GAZETA ON LINE, 01/11/12





Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2012/11/noticias/especiais/eleicoes/1370399-nova-eleicao-ja-conta-com-quatro-candidatos.html

Nova eleição já conta com quatro candidatos
Com isso, pelo menos três nomes já se colocam na disputa, já que os eleitores terão que voltar às urnas
Eduardo Fachetti
Edson Magalhães, prefeito de Guarapari, teve a eleição anulada
Assim como o sol, o clima político também esquentou, ontem, em Guarapari, depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu que o prefeito Edson Magalhães (PPS) não tem direito a um novo mandato a partir de 2013. Com isso, pelo menos quatro nomes já se colocam na disputa, já que os eleitores terão que voltar às urnas.

Na "fila" de prefeitáveis já estão, declaradamente, PSB, PSDB, PRP e PSL. Os socialistas têm como opção o jornalista Ricardo Conde, que concorreu no primeiro turno e saiu das urnas com 13,8 mil votos, e Gedson Merizio, vereador mais votado na cidade – 1,8 mil votos.

Acompanhe a cobertura completa das Eleições 2012 no Espírito Santo

"Nosso grupo político indicará um nome, mas é preciso ter cautela. O que temos na mão é um grande problema. Estou preparado para ser prefeito de Guarapari, mas é preciso saber se temos densidade", ponderou Conde.

Para uma liderança com livre trânsito na cidade, o candidato do PSB "saiu enfraquecido" do processo eleitoral contra Edson. Por isso, o vereador socialista seria uma alternativa "de apresentar alguém novo".

Os tucanos, por sua vez, veem em Guarapari a última chance de conquistar espaço na Região Metropolitana. Ontem, o PSDB confirmou a pré-candidatura de Afonso Rodrigues.

"O partido tem que brigar por espaço. Contarei com Max Filho e Luiz Paulo Vellozo Lucas (derrotados nas disputas de Vila Velha e Vitória) no meu palanque. O fato de não termos outra prefeitura reforça esse projeto", afirmou Rodrigues.

O PRP escolheu o vereador eleito Ronaldo Tainha como pré-candidato. Ele obteve 1,4 mil votos e é aliado de Edson Magalhães. Enquanto isso, o PSL manterá Carlos Von, que disputou o primeiro turno, no novo páreo.

"Tainha é uma pessoa querida. Ele pode representar a novidade que as pessoas tanto querem. Ficamos com Edson nessas eleições e agora esperamos que ele retribua o apoio", observou Marcus Alves, presidente da sigla.

Nos bastidores, lideranças consideravam, ontem, a possibilidade de pelo menos outras duas candidaturas: a de Anselmo Bigossi (PTB) e Demarco da Caixa (PT). Os nomes, contudo, não foram confirmados oficialmente.

Outra corrente que circula na cidade é de que Edson escolherá um aliado para apoiar. Os mais cotados são o vice-prefeito Orly Gomes (DEM) e Gabriel Costa (DEM), amigo pessoal de Edson.

Novo pleito às vésperas do carnaval

Para que a nova eleição em Guarapari seja marcada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá que notificar o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) sobre a decisão contrária ao prefeito Edson Magalhães (PPS). Contudo, até a noite de ontem, isso não havia ocorrido.

De acordo com a Justiça Eleitoral, a escolha de um novo prefeito para a cidade obedece a uma espécie de "calendário compacto" de campanha. Significa que, como ocorrem com as eleições ordinárias, esta terá prazos para convenções partidárias, registros de candidatura e propaganda eleitoral gratuita.

Calendário

A expectativa é de que a notificação chegue ao Estado nos próximos dias. A partir de então, o TRE terá de 20 a 40 dias para definir o novo calendário.

Como a regra eleitoral prevê que a eleição ocorra no primeiro domingo do mês, o mais provável é que isso aconteça no dia 03 de fevereiro.

O novo pleito será necessário porque o TSE entendeu que a reeleição de Edson daria a ele o terceiro mandato consecutivo. Em 2006, ele era vice-prefeito e assumiu o Executivo por um ano e oito meses, após o afastamento de Antonico Gottardo.

A defesa de Edson, contudo, deve ingressar com um recurso extraordinário junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). A medida não suspende os efeitos da decisão do TSE, mas impede que o processo transite em julgado. Se até 1º de janeiro o Supremo não julgar o recurso, o presidente da Câmara assume até que haja decisão final do caso.

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