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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A GAZETA, publicação de 26/08/2013

Entrevista cita o Coordenador Político do PRP-ES, MARCUS ALVES, com relação ao critério para adesão de filiados que concorrerão a cargos eletivos nas eleições 2014.

Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2013/08/noticias/politica/1458146-partidos-de-olho-em-pastores-e-estudantes.html


25/08/2013 - 21h14 - Atualizado em 26/08/2013 - 07h14

Partidos de olho em pastores e estudantes

Siglas buscam puxadores de votos. Filiação vai até 5 de outubro


LETÍCIA GONÇALVES | lgoncalves@redegazeta.com.br


Quem quiser disputar as eleições do ano que vem tem até o próximo dia 5 de outubro para se filiar a um partido. Na reta final para garantir candidatos, as legendas estão de olho em quem queira enfrentar as urnas e, de preferência, com um perfil “puxador de votos”.

Nesse cenário, pessoas que exercem profissões que permitem um contato mais amplo com o público e que são conhecidas em suas comunidades levam vantagem. Não é à toa que pastores, professores e médicos são figuras recorrentes nas propagandas políticas e, depois das eleições, ocupam cadeiras no Legislativo e no Executivo. Agora, estudantes também entram na lista dos assediados pelas siglas.
Foto: Carlos Alberto Silva
Carlos Alberto Silva
Os tucanos buscam pessoas que tenham representatividade junto à sociedade. “A população tem que se sentir representada por pessoas éticas”, afirma o presidente estadual do PSDB César Colnago
Foto: Divulgação
 Divulgação
O PT afirma que o processo de filiação independe das eleições, ocorre ao longo do ano. “Buscamos militantes e dirigentes que acabam se tornando lideranças públicas”, disse José Roberto Dudé, presidente estadual do PT


“Existe uma carência muito grande de pessoas de bem participando da política. E as pessoas que se identificam com o trabalho na educação, na saúde e nas igrejas são as ideais. Queremos pessoas novas”, afirma o presidente estadual do PTdoB, Dejalma Santos Merlo. “Nós filiamos vários pastores que serão candidatos a vereador, deputado estadual e federal”, complementa.

No PSDB, o presidente César Colnago destaca que, antes do perfil profissional, o partido observa se a pessoa, ou virtual candidato, tem credibilidade junto à sociedade.

“A população tem que se sentir representada, e por pessoas éticas, conhecidas na comunidade. Podem ser comerciantes, advogados, produtores rurais, líderes sindicais e estudantes. Buscamos gente nova. Não tem ninguém famoso”, diz o tucano.

A adesão maciça de estudantes nas manifestações de rua neste ano pode ser um dos fatores para partidos estarem de olho nesse perfil de possível candidato.

O presidente estadual do PRP, Marcus Alves, também afirma que a tônica é a busca por novos nomes. “A gente procura quem esteja disposto a disputar as eleições e tenha condições, mas não queremos políticos ‘viciados’, queremos pessoas que representem bandeiras”, diz Alves.

“São militares, médicos, funcionários públicos, gente de todas as áreas. Também queremos jovens e mulheres para fortalecer esses segmentos no partido”, avisa.

O ano inteiro

Já o presidente do PT local, José Roberto Dudé, diz que os petistas não realizam filiações na reta final para ter candidatos e que esse é um processo que ocorre com o tempo, dentro do partido.

“Dificilmente entra alguém para ser candidato. Filiamos pessoas o ano todo. O PT tem tradição de buscar pessoas com ligação com as nossas bandeiras. Elas vêm de movimentos sociais e das Comunidades Eclesiais de Base da Igreja Católica, por exemplo. Não buscamos pessoas para serem candidatas, buscamos militantes e dirigentes, que acabam se tornando lideranças públicas”, disse.

Calendário eleitoral

Filiações
Até o dia 5 de outubro de 2013, exatamente um ano antes das eleições de 2014, todos os
que pretendem ser candidatos devem estar com as filiações em partidos políticos deferidas. Também até essa data todos têm que estar registrados no domicílio eleitoral no qual pretendem se candidatar. É ainda até o dia 5 de outubro que os partidos que pleiteiam registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) devem se viabilizar para poder disputar o pleito.

Convenções
É somente em junho de 2014, no entanto, que os partidos podem começar a colocar o bloco na rua. A partir desse mês começam as convenções para a escolha de candidatos.

Mulheres
A Lei 12.034/09 exige uma cota de 30% para candidatas do sexo feminino, por partido político, em todas as eleições.

Julho
O registro oficial, no entanto, só ocorre em julho de 2014, quando os partidos entregam à Justiça Eleitoral os requerimentos para os nomes dos que vão disputar. É também em julho de 2014, a partir do dia 6, que começa a propaganda eleitoral. É aí que os eleitores começarão a conhecer os candidatos. Já a propaganda na TV e no rádio, o chamado horário eleitoral gratuito, começa apenas em agosto desse mesmo ano.
Fonte: A Gazeta

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A EXCELÊNCIA QUE SE VÊ!

Por Marcus Alves

Marcus Alves, Coordenador Político Estadual

Homens justos precisam de mais tempo no poder. O Presidente do TJES (Tribunal de Justiça do Espírito Santo), PEDRO VALLS FEU ROSA, afirmou ser contrário à reeleição para a presidência dos Tribunais, justificando “Sou contra reeleição. Primeiro porque o regimento não permite e, segundo, porque sou a favor da alternância. Sempre fui contra a reeleição, pois acho que a pessoa tem a sua oportunidade e é bom ter ideias novas sempre. Isso renova o Tribunal.”

A postura de FEU ROSA é na verdade expressão de sua modéstia. Nos últimos 02 anos à frente do TJES, o desembargador deu um banho de administração na Corte, sem se distanciar do cidadão; além disso, participou de operações que renderam grandes benefícios para a população capixaba, como os casos “Lee Oswald”, “Pixote”, “Derrama”, “Em Nome do Pai” e outras. E não é só, FEU ROSA coordenou a “Caravana da Justiça”, saindo com juízes pelos 78 municípios capixabas para resolver pendências da população com a justiça; instalou a “Justiça Eletrônica” eliminando boa parte dos papéis que lotam Fóruns e Tribunais; adotou o “Painel da Cidadania” para agilizar processos atrasados; lutou contra torturas em presídios; durante as recentes manifestações da população, recebeu os manifestantes pessoalmente na porta do Tribunal de Justiça, coisa que poucos teriam coragem de fazer.

Segundo o artigo 102, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), os Tribunais elegem representantes para cargos de direção por critério de antiguidade, por maioria de votos, votação secreta, ficando proibida a reeleição. Estabelece também que quem já ocupou cargo de presidente torna-se inelegível até que todos os nomes se esgotem seguindo o critério da antiguidade. As mesmas regras se repetem nos Regimentos Internos do TJSP e do TJES. 

Mesmo assim, o Presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), Ivan Sartori, há cerca de um mês declarou-se candidato à reeleição, causando alvoroço e divisão de opiniões dentro do próprio Tribunal paulista e na mídia nacional

Mas no TJSP não foi feito o mesmo trabalho que FEU ROSA fez aqui no Espírito Santo. Só teríamos a ganhar com a reeleição dele. Não que a corte esteja sem um substituto competente, mas fazer igual ou superar seu trabalho será difícil ou impossível. 

Pela regra da antiguidade, o próximo presidente do TJES deve ser o desembargador mais antigo que ainda não ocupou o posto, Sérgio Bizzotto, que se declarou contra a reeleição e a favor da votação direta (participação de todos os juízes). Os demais desembargadores não se manifestaram. No entanto, esta regra da antiguidade já foi quebrada duas vezes: 1997 e 2005. Poderia, neste momento, ser quebrada mais uma vez para premiar o brilhante mandato de FEU ROSA e dar à população capixaba oportunidade de sentir-se segura num momento de crise institucional enfrentado pelo Estado do Espírito Santo.

Jamais na história do Espírito Santo a justiça se fez tão presente e ao alcance de toda população capixaba. O trabalho desenvolvido por FEU ROSA resgatou a moralidade do judiciário em nosso Estado, deu ao povo segurança e agilidade para solucionar suas pendências, em meio a um trabalho pautado por excelência.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

JORNAL FOLHA VITÓRIA, 04/08/13

Fonte: http://www.folhavitoria.com.br/politica/blogs/bastidores/2013/08/04/fim-de-folga-para-os-deputados-e-hora-de-escolher-novo-conselheiro.html

SEGUE TRECHO PUBLICADO PELO JORNAL FOLHA VITÓRIA EM 04/08/13 CITANDO O COORDENADOR ESTADUAL DO PRP-ES, MARCUS ALVES.

Sugestão

O Coordenador Político estadual do PRP, Marcus Alves, sugere que o governador Renato Casagrande (PSB) apareça de surpresa no plenário da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira (5) para dar boas-vindas aos deputados. Além disso, a visita serviria também para apaziguar os ânimos, já que as relações entre os poderes ficaram estremecidas após a votação do projeto que suspendia o contrato do pedágio na Terceira Ponte. É.. fica a dica!

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

JORNAL GRANDE VITÓRIA - EDIÇÃO DE JULHO 2013

Jornal Grande Vitória, coluna Política, Edição de Julho/2013, faz menção ao trabalho do Coordenador Político do PRP-ES, Marcus Alves, na luta pela redução do pedágio da Rodovia do Sol.

Clique na imagem para ampliar.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

JORNAL ON LINE "SITE DE SOORETAMA", 23/07/2013

Fonte: http://sitedesooretama.com.br/politica-bairro-salvador-ganha-representante-na-camara-municipal/

Política: bairro Salvador ganha representante na Câmara Municipal

004O processo eleitoral de Sooretama reservou uma surpresa para o poder legislativo: a posse de mais uma mulher, a terceira da história político-administrativa do município. Na sessão desta segunda feira, diante de centenas de pessoas, Luzia Bassani assumiu o compromisso de defender, principalmente os anseios dos mais carentes, especialmente moradores do bairro Salvador. Uma de suas principais bandeiras, citadas na Tribuna da casa, foi o polêmico calçamento do bairro. Para isso, Luzia quer a participação efetiva de representantes do seu partido, o PRP, que estão em evidência no cenário estadual. Ela não escondeu a emoção de ser a terceira mulher da história a ocupar uma das cadeiras da Câmara Sooretamense.Na cerimônia de posse esteve o presidente estadual do partido,Marcos Alves, que representava o deputado Dari Pagung, que não Pode comparecer no evento.O presidente do legislativo,Eraldo Baé, disse que a mulher vem ocupando seu espaço no mercado e na política não é diferente. “Sem dúvidas, será uma hora para nós dividir esse espaço com uma mulher guerreira, como é a “nobre Edil” Luzia, que representa um bairro carente, que merece todo apoio das autoridades, disse Baé.Essa transição aconteceu porque o vereador eleito,Edson Isidoro, protocolou, na última semana, um pedido de licença por um período de 120 dias.



quinta-feira, 20 de junho de 2013

O POVO NAS RUAS QUE SE VÊ

Por Marcus Alves



A democracia pressupõe a participação do povo na administração pública. Para exercer este poder, a população elege representantes, dando-lhes uma procuração através do voto que os habilita a lutar pelo bem estar social e reivindicar seus bens maiores junto às esferas mais altas do poder constituído.

Seria realmente muito bom se fosse assim. O que ocorre é que as demandas populares não são priorizadas pelos representantes eleitos tanto do poder administrativo, quanto do legislativo. Normalmente, os tais “representantes do povo” acabam se perdendo na rede de interesses que envenenam os corredores do planalto e do congresso. 

Resultado disso: um povo sofrido, oprimido, cheio de necessidades não atendidas, que luta bravamente para sobreviver apesar dos péssimos serviços públicos oferecidos pelo país que registra uma das cargas tributárias mais pesadas do planeta.

Apesar deste contexto, o Brasil é um país pacífico, que pouco registra em sua história manifestações populares tendentes a mudar essa realidade sócio-política desigual.

Em outras partes do mundo tais movimentos são intensos, como o Movimento Negro norte-americano de Martin Luther King, com a “Marcha sobre Washington” de 1963, que reuniu 250 mil pessoas, resultando após alguns anos na conquista de direitos civis e políticos para negros americanos. As diversas manifestações populares contra o regime do Apartheid (1948-1994), África do Sul, que tornou famoso Nelson Mandela e especialmente a partir de 1989 passou a alcançar resultados contra a segregação racial. O “Panelaço”, na Argentina (2001), que levou o povo às ruas, com panelas nas mãos, exigindo a queda do Presidente Fernando De La Rúa, por ter este determinado o confisco dos depósitos bancários da população para conter crise financeira nacional. A “Revolução Amarelo-Laranja” (2007), levou monges budistas a protestarem contra a precária situação econômica de Mianmar (antiga Birmânia), movimento que representou o maior levante popular do Sudeste Asiático. A insurreição popular na Geórgia (2007), que reuniu cerca de 40 mil pessoas nas ruas levando à convocação de eleições parlamentares antecipadas contra o Presidente Mikhail Saakashvili. Os protestos em Teerã (2009), que levaram o povo iraniano às ruas por 10 dias para pedir queda do Presidente Mahmoud Ahmadinejad, que segundo a oposição foi reeleito com fraude e corrupção. Os “Camisas Vermelhas” da Tailândia (2010), reuniram cerca de 65 mil manifestantes por uma semana na capital tailandesa para exigir a renúncia do governo. As manifestações na Tunísia (2011) que levaram o Presidente Zine al-Abidine Ben Ali a renunciar, depois de 23 anos no poder e fugir para a Arábia Saudita. Os protestos no Egito (2011) que obrigaram o Presidente Hosni Mubarak  a renunciar depois de 30 anos à frente do governo.

No Brasil, registramos poucas manifestações populares se levarmos em conta suas proporções continentais e sua população diversificada.

Temos a Revolta da Vacina (1904), mobilizada pelo sanitarista Osvaldo Cruz, que para evitar a continuidade das epidemias organizou protestos de milhares de pessoas nas ruas, tornando a vacinação contra a varíola obrigatória. O suicídio de Getúlio Vargas (1954), que com sua carta-testamento fazendo ferrenhas críticas aos seus opositores levou cerca de 3 milhões de pessoas a protestarem nas ruas de várias cidades do país. A “Marcha da Família” que em 1964 arregimentou quase 500 mil pessoas contra o presidente João Goulart e a “Marcha da Vitória”, que poucos dias depois reuniu cerca de 1 milhão de manifestantes para comemorar a queda do Presidente. Os grandes Comícios das “Diretas Já” (1984), que tiveram a participação de aproximadamente 2,5 milhões de pessoas (1 milhão no Rio e 1,5 em São Paulo), tendo sido considerado o maior movimento popular brasileiro, impulsionando a aprovação da nova Constituição Federal de 1988. O “Impeachment” do Presidente Fernando Collor (1992), deflagrado pelo movimento dos “caras pintadas”, reunindo cerca de 750 mil jovens de todo o país.

E agora estamos vendo um novo movimento nas ruas do Brasil. Com a facilidade da comunicação “on line” via redes sociais, especialmente Facebook, o “Movimento Passe Livre” vem unindo pessoas de todos os cantos do país, que se juntam em passeatas com pautas que começam com a redução de tarifas de ônibus e terminam na exteriorização de uma insatisfação geral do brasileiro com seus governantes.

O movimento, então, agora é contra tudo o que está errado no país: saúde deficiente, transporte público precário, pouco estímulo à criação de postos de trabalho, impostos impagáveis, corrupção espalhada por todos os órgãos públicos. São prioridades que afetam a vida dos cidadãos comuns. A lista é grande e a cada dia entram mais questionamentos nas passeatas, alguns de âmbito nacional, outros de âmbito local, pois o movimento se espalhou por várias cidades brasileiras simultaneamente. A PC 37, que quer impedir a autonomia do Ministério Público nas investigações policiais, entrou na lista de protestos.

E o tom deste movimento é diferente de tudo o que consta dos manuais, por duas razões: primeiro porque o movimento é intenso, com a população ganhando as ruas dias e dias em diversas localidades, desde capitais até pequenas cidades do interior; de outro lado, porque se esperava que os partidos políticos iriam tirar vantagem da situação, mas não conseguiram. Os organizadores expressam claro repúdio à participação política de qualquer natureza, pois consideram que os partidos fazem parte da maioria dos escândalos públicos. A manifestação, por assim dizer, segue isenta de politicagem, refletindo unicamente a indignação popular contra os governantes, contra as políticas públicas e contra a precária qualidade de vida do brasileiro.

Temia-se que as reivindicações inicialmente justas como redução das tarifas de ônibus estivessem apenas servindo de “pano de fundo” para arruaças e vandalismos, mas o movimento, em sua maior parte, segue pacífico e focado no objetivo principal. É certo que algumas manifestações contaram com a participação invasiva de vândalos, mas há detalhes importantes: no dia 18/06, no Rio de Janeiro, um grupo de jovens foi ao centro da cidade para tentar limpar e consertar o que os vândalos quebraram durante a manifestação do dia anterior. E em São Paulo, enquanto um grupo de desordeiros derrubava o portão de entrada do Palácio dos Bandeirantes, outro o recolocava no lugar.

O sábio Ulysses Guimarães dizia “a única coisa que mete medo em político é o povo na rua”.

Uma semana depois de iniciado o movimento, a avaliação do governo Dilma caiu meteoricamente 8 pontos: de 63% para 55%, e os gestores públicos já começaram a apresentar propostas de redução de tarifas de ônibus e custo de vida.

O Ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência, deixou escapar que “o bicho vai pegar”.

E o “bicho” tem que pegar mesmo.

A visita do Papa Francisco ao Brasil custará aos cobres públicos brasileiros R$118 milhões, incluindo verba federal, estadual e municipal. Os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro começaram com um orçamento de gastos públicos de R$ 409 milhões em 2002 e em 2007 terminaram em R$3,2 bilhões (crescimentos de 684%).

O orçamento público para a Copa do Mundo de 2014 já está em R$28 bilhões incluindo verbas para estádios, mobilidade urbana, melhorias em portos e aeroportos e a previsão é que chegue a R$33 bilhões. Só para adequar os Estádios do Maracanã e o Estádio Mané Garrincha, o Brasil vai gastar respectivamente R$ 1,049 bilhões e R$ 1,2 bilhão. O país vai custear 85,5% das obras do Mundial com dinheiro dos governos federal, estaduais e municipais. E diante da confusão, o Presidente da FIFA, Joseph Blatter, resolver se explicar: “Não foi a FIFA que impôs a Copa do Mundo ao Brasil. Foi o Brasil que fez tudo o que pode para ser sede da competição”. Comparativamente, enquanto a Copa já está orçada em R$28 bilhões, o Programa Bolsa Família vai gastar R$ 21,4 bilhões neste ano.

Realmente, o governo não pode continuar sem questionamento. O “Movimento Passe Livre”, que começou inocente, vem ganhando força e foco. Engatinha em direção à formação de lideranças populares e pede passagem para por em prática a democracia que foi subvertida. Se os “representantes do povo” não o representam, o brado do gigante que finalmente acordou é ouvido em todos os cantos, forte, heróico, retumbante, mostrando ao Brasil que “um filho teu não foge à luta”.

Este é o povo nas ruas que se vê!